Goiaba de polpa vermelha
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Goiaba de polpa vermelha




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Autor: Pierre Vilela
imagem: essaseoutras.com.br

As variedades de polpa vermelha desta fruta tropical são preferidas no Brasil, tanto para consumo in natura como para indústria
A goiaba é consumida in natura e, principalmente, industrializada. Um novo produto em desenvolvimento, o guatchup (catchup de goiaba), apresenta alto valor nutricional e é menos calórico em relação ao seu concorrente feito de tomate. O consumo interno da fruta in natura ainda é pequeno, embora a goiabada seja um dos doces mais apreciados pelos brasileiros.


Nome popular da fruta: Goiaba

Nome científico: Psidium guajava L.

Origem: América tropical

Fruto: Os frutos da goiabeira são bagas com tamanho, forma e coloração de polpa variável em função da cultivar. Possui um dos mais altos teores de vitamina C (ácido ascórbico) entre as frutas, superada apenas pela acerola.

A frutificação começa no segundo ou terceiro ano após o plantio se as mudas são provenientes de sementes. Nas mudas obtidas por propagação vegetativa (estaquia ou enxertia), a floração se inicia com 7 ou 8 meses de idade.

Em geral, a primeira florada deve ser eliminada, pois não possui valor comercial, o que favorece a formação da copa e reduz o desgaste de plantas muito jovens.

Planta: A planta é um arbusto ou árvore de pequeno porte, que pode atingir de 3 a 6 metros de altura. As flores são brancas, hermafroditas, eclodem em botões isolados ou em grupos de dois ou três, sempre nas axilas das folhas e nas brotações surgidas em ramos maduros.

Dentre as frutas tropicais brasileiras, a goiaba ocupa lugar de destaque, não só pelo seu aroma e sabor como também pelo seu valor nutricional. O Brasil é o maior produtor de goiabas vermelhas, enquanto a Índia está em primeiro lugar na produção de goiabas brancas.

Cultivo: A escolha da variedade a ser plantada depende do mercado de destino da produção. Para o mercado interno, tanto para o consumo “in natura” como para a indústria, as variedades de polpa vermelha são preferidas. No mercado internacional, as variedades de polpa branca são preferidas.

No Brasil, em condições de sequeiro, a safra de goiabas ocorre entre os meses de janeiro e abril, com maior concentração em fevereiro, épocas em que o produto alcança os menores preços no mercado, e a oferta varia tanto em volume quanto em qualidade, em conseqüência do regime de chuvas que ocorre antes e durante o período da safra.

A poda de frutificação é economicamente viável, pois possibilita a colheita em períodos de menor oferta no mercado. A sua execução pode ser programada, distribuindo melhor os tratos culturais do pomar e conferindo maior flexibilidade à comercialização.

São necessárias, o entanto, pesquisas de âmbito regional, para o conhecimento do comportamento produtivo e da qualidade dos frutos produzidos sob esta forma de condução.

As principais pragas da goiabeira são as moscas das frutas (Anastrepha fraterculus, A. obliqua e Ceratitis capitata), o besouro amarelo (Costalimaita ferruginea vulgata), o psilídeo (Trizoida sp.) e o gorgulho (Conotrachelus psidii).

As principais doenças são a ferrugem (causada pelo fungo Puccina psidii), verrugose (causada pelo fungo Elsione pitangae) e antracnose (causada pelo fungo Sphcelona psidi).

Um pomar bem conduzido não irrigado produz em média, a partir do 6º ano de idade, de 20 a 60 kg de goiabas/planta /ano. A média em pomares irrigados é de cerca de 120 kg/planta/ano.

Usos: A goiaba é consumida “in natura” e, principalmente, industrializada, na forma de goiabada, geléias, pastas, fruta em calda, purê, alimentos para criança, base para bebidas, refrescos, sucos e xaropes.

Mercado: Um novo produto, o guatchup (catchup de goiaba), está em desenvolvimento com a colaboração da Associação Brasileira dos Produtores de Goiaba (GOIABRAS).

Apresenta alto valor nutricional, é rico em licopeno, betacaroteno, vitamina C, ferro, cálcio e fibras e é menos calórico em relação ao seu concorrente feito de tomate.

O consumo interno da fruta “in natura” ainda é pequeno, estimado em 300g/habitante/ano, embora a goiabada seja um dos doces mais apreciados pelos brasileiros.
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